Em, «Ensaio sobre o Individualismo»
161 O FILÓSOFO "MALUCO":
Em que consiste?
- Quem não tem coragem para parecer maluco, então não tem coragem para
ser verdadeiramente filósofo. Só quem tem coragem para parecer maluco diante
os outros, é que tem coragem para afirmar a maior das diferenças no mundo, a
maior das novidades no mundo, a maior das boas-novas no mundo, sejam elas
quais forem. Bem-aventurados aqueles que têm a autoestima suficiente para poderem
fazer a diferença no mundo. Esses "malucos" são todos bem-vindos.
- Quem não tem coragem para parecer maluco, então não tem coragem para
pensar diferente, começando por não ter coragem para ser diferente. Por vezes, essa
diferença, essa afirmação singular da própria individualidade, pode parecer uma
"maluqueira", mas é exatamente essa maluqueira que fará o mundo avançar, que fará
o mundo mudar, para evoluir. Não tenhas medo de ser quem és, não tenhas medo
de ser diferente, esse medo tem o ego, tem o "sistema de sobrevivência" do ego, e não
passa de uma ilusão mental, que só te tornará doente ou frustrado. Se sentires dificuldade
em faze-lo, trabalha a tua própria autoestima, trabalha o teu interior de maneira
a conquistares independência-emocional. Meditando, por exemplo. Sê quem és, sem
autorrestrições patogénicas, e o mundo ficará grato por isso.
- O "maluco" é o incompreendido. Incompreendido na sua genialidade.
Mesmo que temporariamente. Pois, se a sua afirmação, tiver um fundo de verdade,
mais cedo ou mais tarde será reconhecido.
- Mais vale parecer-se maluco, mas ser-se quem se é verdadeiramente, do que
ser-se conforme a maioria, que não tem coragem suficiente para isso. Agora, faça-
-se a escolha. Coragem, ou ego? Eis a questão.
- Às vezes, mais "maluco", não é o "filósofo maluco", é o "ignorante por escolha"
que não quer admitir a possibilidade de a "maluquice" poder estar "certa", só
para não ter de colocar em causa a própria "certeza". Só para não ter de admitir, à
posteriori, a possibilidade de estar "errado".
Em que consiste?
- Quem não tem coragem para parecer maluco, então não tem coragem para
ser verdadeiramente filósofo. Só quem tem coragem para parecer maluco diante
os outros, é que tem coragem para afirmar a maior das diferenças no mundo, a
maior das novidades no mundo, a maior das boas-novas no mundo, sejam elas
quais forem. Bem-aventurados aqueles que têm a autoestima suficiente para poderem
fazer a diferença no mundo. Esses "malucos" são todos bem-vindos.
- Quem não tem coragem para parecer maluco, então não tem coragem para
pensar diferente, começando por não ter coragem para ser diferente. Por vezes, essa
diferença, essa afirmação singular da própria individualidade, pode parecer uma
"maluqueira", mas é exatamente essa maluqueira que fará o mundo avançar, que fará
o mundo mudar, para evoluir. Não tenhas medo de ser quem és, não tenhas medo
de ser diferente, esse medo tem o ego, tem o "sistema de sobrevivência" do ego, e não
passa de uma ilusão mental, que só te tornará doente ou frustrado. Se sentires dificuldade
em faze-lo, trabalha a tua própria autoestima, trabalha o teu interior de maneira
a conquistares independência-emocional. Meditando, por exemplo. Sê quem és, sem
autorrestrições patogénicas, e o mundo ficará grato por isso.
- O "maluco" é o incompreendido. Incompreendido na sua genialidade.
Mesmo que temporariamente. Pois, se a sua afirmação, tiver um fundo de verdade,
mais cedo ou mais tarde será reconhecido.
- Mais vale parecer-se maluco, mas ser-se quem se é verdadeiramente, do que
ser-se conforme a maioria, que não tem coragem suficiente para isso. Agora, faça-
-se a escolha. Coragem, ou ego? Eis a questão.
- Às vezes, mais "maluco", não é o "filósofo maluco", é o "ignorante por escolha"
que não quer admitir a possibilidade de a "maluquice" poder estar "certa", só
para não ter de colocar em causa a própria "certeza". Só para não ter de admitir, à
posteriori, a possibilidade de estar "errado".
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