O meu nome é Filipe Ricardo Ferro de Pinho Calhau. Sou licenciado em filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Sou autor, ensaísta de poesia e filosofia, e pintor.
Autor da obra "Ensaio sobre o Individualismo", pela Chiado Editora, 2016.
Triste é o errado, Com a certeza de estar certo. Pois da certeza no errado, Nega a certeza do que é certo.
540
Poema da obra Ensaio sobre o Individualismo
O medo é o único destruidor universal. O medo é o diabo. É aquele que tudo separa. O amor é o único construidor universal. O amor é o símbolo. É aquele que tudo une.
556
Poema da obra Ensaio sobre o Individualismo
Eu existo, Tu existes. Ambos existimos na mesma existência. Não há maior beleza, que a beleza do existir.
445
Poema da obra Ensaio sobre o Individualismo
O amor escolhe-te a cada instante, Escolhe-o também e saboreia a comunhão.
498
ANTOLOGIA DE POESIA CONTEMPORÂNEA, «ENTRE O SONO E O SONHO» VOLUME VIII
O vento é mudo. Não é ele que faz ruído, É a mudança.
388
Em, «Ensaio sobre o Individualismo»
Aquele que nunca admitir estar errado, nunca se permitirá estar certo.
395
Em, «Ensaio sobre o Individualismo»
161 O FILÓSOFO "MALUCO": Em que consiste? - Quem não tem coragem para parecer maluco, então não tem coragem para ser verdadeiramente filósofo. Só quem tem coragem para parecer maluco diante os outros, é que tem coragem para afirmar a maior das diferenças no mundo, a maior das novidades no mundo, a maior das boas-novas no mundo, sejam elas quais forem. Bem-aventurados aqueles que têm a autoestima suficiente para poderem fazer a diferença no mundo. Esses "malucos" são todos bem-vindos. - Quem não tem coragem para parecer maluco, então não tem coragem para pensar diferente, começando por não ter coragem para ser diferente. Por vezes, essa diferença, essa afirmação singular da própria individualidade, pode parecer uma "maluqueira", mas é exatamente essa maluqueira que fará o mundo avançar, que fará o mundo mudar, para evoluir. Não tenhas medo de ser quem és, não tenhas medo de ser diferente, esse medo tem o ego, tem o "sistema de sobrevivência" do ego, e não passa de uma ilusão mental, que só te tornará doente ou frustrado. Se sentires dificuldade em faze-lo, trabalha a tua própria autoestima, trabalha o teu interior de maneira a conquistares independência-emocional. Meditando, por exemplo. Sê quem és, sem autorrestrições patogénicas, e o mundo ficará grato por isso. - O "maluco" é o incompreendido. Incompreendido na sua genialidade. Mesmo que temporariamente. Pois, se a sua afirmação, tiver um fundo de verdade, mais cedo ou mais tarde será reconhecido. - Mais vale parecer-se maluco, mas ser-se quem se é verdadeiramente, do que ser-se conforme a maioria, que não tem coragem suficiente para isso. Agora, faça- -se a escolha. Coragem, ou ego? Eis a questão. - Às vezes, mais "maluco", não é o "filósofo maluco", é o "ignorante por escolha" que não quer admitir a possibilidade de a "maluquice" poder estar "certa", só para não ter de colocar em causa a própria "certeza". Só para não ter de admitir, à posteriori, a possibilidade de estar "errado".
409
De Ensaio sobre o Individualismo
Facilmente se considera que não tem lógica, uma lógica que ainda não se compreendeu.
441
De Ensaio sobre o Individualismo
Facilmente se considera que não tem lógica, uma lógica que ainda não se compreendeu.
450
De obra, Ensaio sobre o Individualismo
A diferença não é um problema que precisa de ser resolvido, é uma realidade que necessita de ser dignificada.