Uma réstia
Eu amo-te tanto... Portanto
Um dia destes, porventura
Se deixares de amar-me com essa ternura
Se deixares de amar-me com esse encanto
Um rasgo nos céus de abrirá
E um manto de lágrimas cobrirá
Toda, toda a terra de pranto
Então o mundo incrédulo saberá
Que um outro amor não haverá
Com tal lucidez, com tal espanto
Então o mundo compreenderá
Que meu amor não cessará
Crescerá quem sabe outro tanto
Permanecerá, como tal
ávido de teu encanto...
Um dia destes, porventura
Se deixares de amar-me com essa ternura
Se deixares de amar-me com esse encanto
Um rasgo nos céus de abrirá
E um manto de lágrimas cobrirá
Toda, toda a terra de pranto
Então o mundo incrédulo saberá
Que um outro amor não haverá
Com tal lucidez, com tal espanto
Então o mundo compreenderá
Que meu amor não cessará
Crescerá quem sabe outro tanto
Permanecerá, como tal
ávido de teu encanto...
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski