Deus Verde - Vida
Comi um prato cheio de fome
Bebi um copo cheio de sede
E com a fome e sede de um titã fiquei
Mas essa fome e essa sede
Não era de conduto, ou de água, mas de verde
De um verde que eu sempre amei
O verde das colinas, do mato agreste
O verde do caule da flor silvestre
O verde de todas as cores também
Um verde que já vi, mas nunca senti
Coloração que já mastiguei, mas nunca engoli
Cor que nunca vi na alma de alguém
Talvez numa rara e remota natureza
Onde o Homem não chegue, esteja a beleza
E a cor verde-vida, pertença de ninguém.
Bebi um copo cheio de sede
E com a fome e sede de um titã fiquei
Mas essa fome e essa sede
Não era de conduto, ou de água, mas de verde
De um verde que eu sempre amei
O verde das colinas, do mato agreste
O verde do caule da flor silvestre
O verde de todas as cores também
Um verde que já vi, mas nunca senti
Coloração que já mastiguei, mas nunca engoli
Cor que nunca vi na alma de alguém
Talvez numa rara e remota natureza
Onde o Homem não chegue, esteja a beleza
E a cor verde-vida, pertença de ninguém.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Palavras I - 02/05/2004
Palavras... palavras tolas Fáceis de manipular, Tanto formam frases lindas Como as que fazem chorar. Falam de amor e saudade De carinho …
Armando A. C. Garcia
Às loas... - 25/08/2012
Já não é mais como era Este mundo encantador, Parece estarmos em guerra Num tremendo desamor. Fingem todas as pessoas Não se verem quand…
Armando A. C. Garcia
As lágrimas de um povo - 28-03-2021
As lágrimas de um povo
Preces ouvidas nos céus,
São orações, não estorvo
No seu pedido a Deus.
…
Armando A. C. Garcia
As horas ! - 19-12-2025
As horas, tanto apontam
As horas de alegria,
Como também, nos dão conta
Das horas de nostalgia.
…
Armando A. C. Garcia