Deus Verde - Vida
Comi um prato cheio de fome
Bebi um copo cheio de sede
E com a fome e sede de um titã fiquei
Mas essa fome e essa sede
Não era de conduto, ou de água, mas de verde
De um verde que eu sempre amei
O verde das colinas, do mato agreste
O verde do caule da flor silvestre
O verde de todas as cores também
Um verde que já vi, mas nunca senti
Coloração que já mastiguei, mas nunca engoli
Cor que nunca vi na alma de alguém
Talvez numa rara e remota natureza
Onde o Homem não chegue, esteja a beleza
E a cor verde-vida, pertença de ninguém.
Bebi um copo cheio de sede
E com a fome e sede de um titã fiquei
Mas essa fome e essa sede
Não era de conduto, ou de água, mas de verde
De um verde que eu sempre amei
O verde das colinas, do mato agreste
O verde do caule da flor silvestre
O verde de todas as cores também
Um verde que já vi, mas nunca senti
Coloração que já mastiguei, mas nunca engoli
Cor que nunca vi na alma de alguém
Talvez numa rara e remota natureza
Onde o Homem não chegue, esteja a beleza
E a cor verde-vida, pertença de ninguém.
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