Desejo-te quando longe
Quero-te tanto não te tendo
Tendo-te tão pouco te quero
Não te tendo não me entendo
Ao ter-te não me tolero
Ao ter-te apenas pouco, te amo
Meros minutos . . . eternidades . . .
Logo cessam as vaidades
Quando partes, logo te chamo
Imploro aos ventos que apareças
E a prece ao ser ouvida
Sopra teu corpo, alegre promessa
Que terei depois da tua partida...
Tendo-te tão pouco te quero
Não te tendo não me entendo
Ao ter-te não me tolero
Ao ter-te apenas pouco, te amo
Meros minutos . . . eternidades . . .
Logo cessam as vaidades
Quando partes, logo te chamo
Imploro aos ventos que apareças
E a prece ao ser ouvida
Sopra teu corpo, alegre promessa
Que terei depois da tua partida...
Comentários (2)
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David Lobo Cordeiro
Autor
2012-07-19
Obrigado Larissa! Por vezes algumas mulheres fazem-me ter estas contradições . . . mas não são todas as mulheres, e ainda bem. . .
2012-07-19
lindo poema, parabéns!
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