EM TUA COMPANHIA
Quando teu silêncio estanca minha fala
Quando tua calma apara a minha pressa
Quando o teu zelo repara meu descuido
Quando teu perdão ofusca a minha mágoa
Quando a tua água sacia minha sede
Quando o teu colo descansa minha alma
Quando teu olhar revela o que não vejo
Quando os teus braços soerguem meus desejos
Quando tua bênção serena o que esconjuro
Quando teu conselho apregoa o que rejeito
Quando teu solo se assemelha à minha terra
Quando tua paz sacia minha ânsia
Quando teu suspiro estanca meu soluço
Quando teu norte guia o meu rumo
Quando teu prumo enceta minha linha
Quando teu veludo aplaca minha queda
Quando tua reza ameniza meus temores
Quando a tua cena anula o meu ócio
Quando o teu passo abranda minha estrada
Quando tua luz acende a minha sombra
Prostro-me peregrino
Quando redescubro
Quedo à tua divindade
Em tua companhia
Quando tua calma apara a minha pressa
Quando o teu zelo repara meu descuido
Quando teu perdão ofusca a minha mágoa
Quando a tua água sacia minha sede
Quando o teu colo descansa minha alma
Quando teu olhar revela o que não vejo
Quando os teus braços soerguem meus desejos
Quando tua bênção serena o que esconjuro
Quando teu conselho apregoa o que rejeito
Quando teu solo se assemelha à minha terra
Quando tua paz sacia minha ânsia
Quando teu suspiro estanca meu soluço
Quando teu norte guia o meu rumo
Quando teu prumo enceta minha linha
Quando teu veludo aplaca minha queda
Quando tua reza ameniza meus temores
Quando a tua cena anula o meu ócio
Quando o teu passo abranda minha estrada
Quando tua luz acende a minha sombra
Prostro-me peregrino
Quando redescubro
Quedo à tua divindade
Em tua companhia
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
cores
tarde em cores frias boca triste avermelhada pingo azul mão molhada sala com luz amarela
manhã quente céu laranja …
feudido
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia
Muros de pedra ! - 24/07/2026
Eu tinha o mundo perdido
Na palma de minha mão,
Livre e solto, sacudido
Sem dinheiro, sem tostão.
…
Armando A. C. Garcia