Poema fáustico
Era sexta-feira, quando o vi. Chovia
As águas borrifavam
Toda e qualquer expressividade
Nos atalhos, árvores turvas
Atiravam seus galhos intrínsecos
E inextricavelmente tesos. Não havia
Pássaros desajeitados, nem tampouco
Rastros de matilhas. Lancei-me flor
Mas era apenas o esquecimento
De que "no Brasil não há outono
Mas as folhas caem"
Enquanto as larvas regurgitavam as palavras
O casulo transformara-se em borboleta azul
Que bebendo do meu nectar
Bateu asas e voou
Ou porque era sábado
Ou porque era preciso ir passear
E ver os quadros renascentistas
As águas borrifavam
Toda e qualquer expressividade
Nos atalhos, árvores turvas
Atiravam seus galhos intrínsecos
E inextricavelmente tesos. Não havia
Pássaros desajeitados, nem tampouco
Rastros de matilhas. Lancei-me flor
Mas era apenas o esquecimento
De que "no Brasil não há outono
Mas as folhas caem"
Enquanto as larvas regurgitavam as palavras
O casulo transformara-se em borboleta azul
Que bebendo do meu nectar
Bateu asas e voou
Ou porque era sábado
Ou porque era preciso ir passear
E ver os quadros renascentistas
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Ainda estou aqui.
Para ser sincero me mantenho como Deus quer... com mágoas e sofrimento no meu coração - nada tenho - nada possuo - nesta minha luta , on…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
É rica...
Jorge E. Leal
É Rica por conhecer a História, Mantém seus sonhos secretos. Da França, caminha na glória, Em busca, anseios concret…
Julian Lael
Marítima alusão da vida
no convés de mim singro minhas águas as que fluem do riso as que nadam as lágrimas quase todas resumidas nas correntezas que lavro atrav…
AurelioAquino
So sad he had to go
So sad he had to go
Yes he was suffering a lot
He was an alcoholic also
He used to drink like fish
Yes he was destroying his liver
A…
Aldo gabbay kraas