Clandestino
A noite esta fria, esta sem esperanca, esse breu me faz desvanecer, esta na hora, aquece me e faz me viver nesse mundo cheio de alegrias, nesse pedaco de cumplicidade me envolves. Grita, fala faz me sentir de novo esse calor.
Continuo a perdoar sem esquecer, tudo aquilo que seja negado, suscito emocoes do anoitecer, faz me apenas esquecer, que algum dia isso vai voltar a acontecer...
Agora ja percebi, que esta tristeza que trago foi de vos quee senti, parecia uma ternura sobria que me embalava no ar, ai, afinal era amargura, era triste o meu rimar...
Abrando o cego amor de guiar, nem canso o escutar dessa voz fraca, nem do teu suspirar, voltara a pena lutar?
Cansei de ser bravo e voraz, nessa ansia de voltar a ter, pensei que fosse apenas o tentar, mas infelizmente descobri o que era o perder...
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Afazeres
contemporâneo de si dê-se ao exercício de gastar como tanto seus pedaços do infinito cumprir-se outro quando em luta deixar-se recorrente…
AurelioAquino
Fine very fine worm cotton shirt
Fine Very fine Like a worm Shirt cotton threads pull And fray Bare skin Pale skin finally Appears through the gasps Through the holes
Aldo gabbay kraas
"Eu sem ti"
Sem ti sou um barco á deriva em alto mar,
sou um campo árido, dificil de cultivar
onde não existe uma só flor.
Sou a onda que va…
Tsunamidesaudade63
O Silencio de Jacob.
Bendito és tu no silêncio de uma noite ... em que teu beijo tem o sabor amargo de abandono. Teus abraços são como cordas de amarras >…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*