Colecionadora
Sou uma observadora do acaso
Como quem enamorada pela rotina
Acha belo o regar de um vaso
E a luz que lhe queima a retina
Obstinada a encontrar coisas extraordinárias
Como o riso do moço na sua leitura
Procuro nas mais simples ações diárias
Felicidade em capsula, fragmentos de loucura
E num dia de sorte eu volto toda alma
Como se meu corpo tivesse ficado na areia
Me vendo mergulhar, no mar ou em mim mesma?
E eu completa, totalmente cheia
Corro os olhos pôr tudo a minha volta
E os deixo recolher aquele momento infinito
Onde percebo que mesmo o mais bonito
Não é essencial à beleza
Como quem enamorada pela rotina
Acha belo o regar de um vaso
E a luz que lhe queima a retina
Obstinada a encontrar coisas extraordinárias
Como o riso do moço na sua leitura
Procuro nas mais simples ações diárias
Felicidade em capsula, fragmentos de loucura
E num dia de sorte eu volto toda alma
Como se meu corpo tivesse ficado na areia
Me vendo mergulhar, no mar ou em mim mesma?
E eu completa, totalmente cheia
Corro os olhos pôr tudo a minha volta
E os deixo recolher aquele momento infinito
Onde percebo que mesmo o mais bonito
Não é essencial à beleza
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski