Evasivo de si
Ele foge do mundo em busca de abrigo,
na rotina das obrigações, falta o perigo
E mesmo cada grama de remédio
Mesmo quando pousa seus olhos
E mastiga um filme sem gosto
Faz de cada dia vivido puro tédio
Nem passividade lhe traz algum conforto
Pois desconfia que ser passivo é muito pouco
Ele sente a necessidade de ser muito menos,
E por isso lhe chamam - Louco!
São os que desconhecem a pureza dos pequenos
Ser menos de si, até perder quem se é
Viver a liberdade de ser tudo no todo
Sonhando em tornar-se ninguém
na rotina das obrigações, falta o perigo
E mesmo cada grama de remédio
Mesmo quando pousa seus olhos
E mastiga um filme sem gosto
Faz de cada dia vivido puro tédio
Nem passividade lhe traz algum conforto
Pois desconfia que ser passivo é muito pouco
Ele sente a necessidade de ser muito menos,
E por isso lhe chamam - Louco!
São os que desconhecem a pureza dos pequenos
Ser menos de si, até perder quem se é
Viver a liberdade de ser tudo no todo
Sonhando em tornar-se ninguém
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