Evasivo de si
Ele foge do mundo em busca de abrigo,
na rotina das obrigações, falta o perigo
E mesmo cada grama de remédio
Mesmo quando pousa seus olhos
E mastiga um filme sem gosto
Faz de cada dia vivido puro tédio
Nem passividade lhe traz algum conforto
Pois desconfia que ser passivo é muito pouco
Ele sente a necessidade de ser muito menos,
E por isso lhe chamam - Louco!
São os que desconhecem a pureza dos pequenos
Ser menos de si, até perder quem se é
Viver a liberdade de ser tudo no todo
Sonhando em tornar-se ninguém
na rotina das obrigações, falta o perigo
E mesmo cada grama de remédio
Mesmo quando pousa seus olhos
E mastiga um filme sem gosto
Faz de cada dia vivido puro tédio
Nem passividade lhe traz algum conforto
Pois desconfia que ser passivo é muito pouco
Ele sente a necessidade de ser muito menos,
E por isso lhe chamam - Louco!
São os que desconhecem a pureza dos pequenos
Ser menos de si, até perder quem se é
Viver a liberdade de ser tudo no todo
Sonhando em tornar-se ninguém
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Lendas de Amores.
As lendas de amores mesmos não reconhecidas ... são perante uma sociedade não esclarecidas , uma falácia - enganadora - pois não acred…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Reconhecimento.
Tem vezes que não acredito em mim mesmo... mas olho tantas pessoas que conseguem reconhecimento - e o meu lutar de tantos anos se tornam …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
HOTEL DO NOSSO AMOR
Procurei um hotel, Para o nosso amor repousar, Sob um lindo céu, Onde pudéssemos sonhar. Nosso amor é tão bonito, Leal como luz do luar,…
miltondacosta
O tão somente belo
Eu
Verterei
Em algumas palavras
A essência
A menção
E a significação
Daquilo que seja o tão somente belo …
de Oliveira Melo