NÃO PODES MAIS SENTAR-TE UM POUCO COMIGO!
... não podes mais
vir sentar aqui do meu lado
e falarmos sobre teu mar e teus mitos
ou sobre as estrelas, o caos
e as singularidades;
não podes mais
vir aqui tomares um vinho,
e, depois, dançar um pouco, e depois
fazer amor a noite toda
comigo;
não podes mais
sequer ir comigo à beira do rio
que colocamos para corre ao lado de nossa
cabaninha, que fizemos como
nosso ninho e abrigo;
não podes mais,
não podes mais,
não podes mais nada, Ana;
mas eu ainda posso
sonhar e manter-te e a tudo que fora nosso,
em mim, ainda vivo!
vir sentar aqui do meu lado
e falarmos sobre teu mar e teus mitos
ou sobre as estrelas, o caos
e as singularidades;
não podes mais
vir aqui tomares um vinho,
e, depois, dançar um pouco, e depois
fazer amor a noite toda
comigo;
não podes mais
sequer ir comigo à beira do rio
que colocamos para corre ao lado de nossa
cabaninha, que fizemos como
nosso ninho e abrigo;
não podes mais,
não podes mais,
não podes mais nada, Ana;
mas eu ainda posso
sonhar e manter-te e a tudo que fora nosso,
em mim, ainda vivo!
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