Psicodrama monológico
A morte vem dançando tempestuosa,
Furiosa em seus ritos sem fronteiras,
Estendendo suas asas sobre a alma,
Ótica onírica dos vales mais profundos.
O corpo enegrecido pelo abandono,
Se perde na dimensão do seu sopro,
Nas visões eternas em seus lapsos.
Monstros famintos brotam da terra,
Submundo catatônico indizível.
As estrelas fundem-se aos olhos,
Universo descortinando-se ao eu,
Deixando-se tocar em seus alicerces.
Tudo é tudo absurdamente,
Labirintos fatídicos fantasiosos,
Vendavais silenciosos,
Mutável na velocidade da luz,
Explosão ultra sentimental épica;
Catalisadora de mentes segreda.
No grande palácio dormem os sábios,
Frágeis celas de escuridão,
Escrevendo em seus pergaminhos,
Registros invisíveis das rotas de liberdade.
Furiosa em seus ritos sem fronteiras,
Estendendo suas asas sobre a alma,
Ótica onírica dos vales mais profundos.
O corpo enegrecido pelo abandono,
Se perde na dimensão do seu sopro,
Nas visões eternas em seus lapsos.
Monstros famintos brotam da terra,
Submundo catatônico indizível.
As estrelas fundem-se aos olhos,
Universo descortinando-se ao eu,
Deixando-se tocar em seus alicerces.
Tudo é tudo absurdamente,
Labirintos fatídicos fantasiosos,
Vendavais silenciosos,
Mutável na velocidade da luz,
Explosão ultra sentimental épica;
Catalisadora de mentes segreda.
No grande palácio dormem os sábios,
Frágeis celas de escuridão,
Escrevendo em seus pergaminhos,
Registros invisíveis das rotas de liberdade.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia
Muros de pedra ! - 24/07/2026
Eu tinha o mundo perdido
Na palma de minha mão,
Livre e solto, sacudido
Sem dinheiro, sem tostão.
…
Armando A. C. Garcia
A força inexplicável ! - (soneto) - 25/07/2026
A força inexplicável, chamada sorte,
Como não é constante no indivíduo,
Por não ser ela um predicado assíduo
N…
Armando A. C. Garcia