16 de Outubro
Sua alma tóxica é refugiu
Envenena meus olhos
Toque fervente, abrasivo
Me derrete como o sol nos domingos
Deixo-me ser corrompido
Destrua minha pele, meus sentidos
Deixe-se ser o que cobiço
Pura toxina viciante
De toque arrepiante
Ser de outro mundo inumano
Me leve ao espaço
Deite-me em teu colo
Seja a morte de minha carne
Floresça minha alma
Eleve meus sentidos ao seu extraordinário
Acaricie meus cabelos
Absolva tudo em mim
Abandone com clareza
Seja parte de minha tristeza
Angustia amarga que me corroi
Eu preciso deixar de ser
Me leve com você
Meus sentidos precisam ter
Você ao meu lado
E não ser
Esse ser
"Corrompido"
"Desgastado"
"Amargo"
Me encha de alegria
Seja a colheita que me guia
Inverno pós inverno
Me faça morrer e viver a cada nuance de tua voz
Me interpreta e seja você a cada instante
Seja a árvore do qual desejo o fruto
Seja livre em sua floresta de ideias
Que nossa prole seja bela
Envenena meus olhos
Toque fervente, abrasivo
Me derrete como o sol nos domingos
Deixo-me ser corrompido
Destrua minha pele, meus sentidos
Deixe-se ser o que cobiço
Pura toxina viciante
De toque arrepiante
Ser de outro mundo inumano
Me leve ao espaço
Deite-me em teu colo
Seja a morte de minha carne
Floresça minha alma
Eleve meus sentidos ao seu extraordinário
Acaricie meus cabelos
Absolva tudo em mim
Abandone com clareza
Seja parte de minha tristeza
Angustia amarga que me corroi
Eu preciso deixar de ser
Me leve com você
Meus sentidos precisam ter
Você ao meu lado
E não ser
Esse ser
"Corrompido"
"Desgastado"
"Amargo"
Me encha de alegria
Seja a colheita que me guia
Inverno pós inverno
Me faça morrer e viver a cada nuance de tua voz
Me interpreta e seja você a cada instante
Seja a árvore do qual desejo o fruto
Seja livre em sua floresta de ideias
Que nossa prole seja bela
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