4 de Novembro
Sombras rasteiras que semeio
Não crescem pela fome
A noite dos porcos está farta
Vejo as crias porcas dançando
Comemoram pela ração e lama
Dançam
Pelas migalhas que o mundo lhe oferece
Inocente sombra anfitriã
Você não cresce cercada pelos porcos
Esfarelam em sua alma
Migalhas e restos de cebo de suas bocas nojentas
Vejo as crias porcas cantando pelos restos
Noite chuvosa, discorda da minha vida
Cada gota de chuva destroça minha sombra
Derretendo pelas línguas porcas e risadas tediantes
Crescem gordas a cada gota de mim que derramo
Suplico ao sol para nascer
Para minha sombra renascer
Não vejo a treva, não acho preocupação
Hoje irei morrer de fome
Ao som de risos das crias porcas
Não crescem pela fome
A noite dos porcos está farta
Vejo as crias porcas dançando
Comemoram pela ração e lama
Dançam
Pelas migalhas que o mundo lhe oferece
Inocente sombra anfitriã
Você não cresce cercada pelos porcos
Esfarelam em sua alma
Migalhas e restos de cebo de suas bocas nojentas
Vejo as crias porcas cantando pelos restos
Noite chuvosa, discorda da minha vida
Cada gota de chuva destroça minha sombra
Derretendo pelas línguas porcas e risadas tediantes
Crescem gordas a cada gota de mim que derramo
Suplico ao sol para nascer
Para minha sombra renascer
Não vejo a treva, não acho preocupação
Hoje irei morrer de fome
Ao som de risos das crias porcas
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