1 de Novembro
Haja luz em meus passos e sombras em meu rosto
Deixado só nesse mundo
A luz que criava minha sombra se foi
Meu rosto sente seu toque, vento confortante
Não sinto mais sede, não sinto mais fome
Estou entediado, meu mundo está calmo
Manche meu terno de pó, jogue poeira em meus olhos
Suje meus sapatos com lama
Eu vejo as nuvens, ajeito minha gravata
Ela me sufoca, a afrouxo
Meus sapatos pesam, eu os tiro
Meu terno, está quente, todo meu corpo ferve
Minhas mãos formigam, estou tremendo
A camiseta, um em um abro seus botões, devagar
O vento em meu rosto é pesado
Minha barriga está leve, eu nunca me senti dessa forma
Esse momento foi único na minha vida
Apenas o que eu via
Era o que importava
O vento era pesado, forte
Me trazia um toque de liberdade
Cada brisa que tocava meu rosto
O toque, o choque
Nada mais importa, todo o vento que bagunça meu cabelo
Meu grande ato foi hoje, estou tão orgulhoso
Tudo que era, não é mais
"Ser ou não ser", está fora de questão
Tudo se foi, assim como você
Deixado só nesse mundo
A luz que criava minha sombra se foi
Meu rosto sente seu toque, vento confortante
Não sinto mais sede, não sinto mais fome
Estou entediado, meu mundo está calmo
Manche meu terno de pó, jogue poeira em meus olhos
Suje meus sapatos com lama
Eu vejo as nuvens, ajeito minha gravata
Ela me sufoca, a afrouxo
Meus sapatos pesam, eu os tiro
Meu terno, está quente, todo meu corpo ferve
Minhas mãos formigam, estou tremendo
A camiseta, um em um abro seus botões, devagar
O vento em meu rosto é pesado
Minha barriga está leve, eu nunca me senti dessa forma
Esse momento foi único na minha vida
Apenas o que eu via
Era o que importava
O vento era pesado, forte
Me trazia um toque de liberdade
Cada brisa que tocava meu rosto
O toque, o choque
Nada mais importa, todo o vento que bagunça meu cabelo
Meu grande ato foi hoje, estou tão orgulhoso
Tudo que era, não é mais
"Ser ou não ser", está fora de questão
Tudo se foi, assim como você
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