É sentir-se sozinho quando não se está
É ter motivos pra sorrir e não conseguir
É não ter motivos pra chorar mas sem ver
é lá que a lágrima guardada caída está

Não é como um controle remoto de TV
Não é o canal com filme para se trocar
Não é como fechar os olhos e sonhar
Não é como deixar de sonhar para viver

É ter medo da morte e desejar morrer
É vontade, a vontade súbita de vencer
É o afogar da voz presa na garganta

É apenas mais um pedido de socorro
É só mais uma desculpa com outras
É só mais um abraçar do desespero.
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