Pro dia morrer de amor
Eu vivo o inacessível
sinto o improvável
desejo o interditado
minto o inegável
deste amor
tão impossível
quanto
indispensável
E todas as vozes
diriam em uníssono
a verdade nua e crua:
impossível tentar
tamanha aventura,
tão intangível
quanto o amor do sol
pela lua
Ignoram pois, que há
uma determinada hora
em que ambos se encontram:
esvaindo-se no horizonte
em sangue e calor
o sol abraça a lua
e se deita,
enquanto ela, lânguida,
se levanta
pro dia morrer de amor...
Comentários (2)
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2012-09-18
lindo poema, cheio de sensibilidade e emoção..parabéns!
2012-09-18
Belíssimo poema de amor e fantasia de sonhos e realidades olha gostei muito parabéns
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