Ano nenhum
Nada de nada entre o estupor do boi rumo à última
alienação (nada sabia do matadouro), e os portais
abertos à turba geral. Nada de nada consta
no dorso das pedras com as quais construímos barbáries
(apagado da memória, do sono REM, de tudo)
mas cá estamos, que por nós procuramos.
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