AH, O (A)MAR!
Amar não é
como dizem essa beleza toda,
essa sublimidade toda, essa espiritualidade
toda, esses sonhos e esses
desejos todos;
amar,
diria eu, é como andar cego
em uma casa vazia, a imaginar as cores
de suas paredes,
a aparência
de suas coisas, como está limpo
seu interior, mas sempre com o risco
de tropeçar em alguma pedra que,
pelo caminho, não vê!
como dizem essa beleza toda,
essa sublimidade toda, essa espiritualidade
toda, esses sonhos e esses
desejos todos;
amar,
diria eu, é como andar cego
em uma casa vazia, a imaginar as cores
de suas paredes,
a aparência
de suas coisas, como está limpo
seu interior, mas sempre com o risco
de tropeçar em alguma pedra que,
pelo caminho, não vê!
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