CHUVA E SAUDADE!
Ao eco dos tristes cantos de outrora
e ao som da chuva que não para,
a alma transborda (sensível e amargurada)
em dores pelo o tolo erro cometido
àquela colorida e incensada aurora,
quando os faustissimos amantes
se puseram a caminhar em estradas
pavimentadas a falso ouro,
onde ilusões exíguas, fantasias perniciosas
e insânias incontidas se faziam regras;
e esplêndidas palavras voláteis
ditavam direções acorrentadas a rédeas.
e ao som da chuva que não para,
a alma transborda (sensível e amargurada)
em dores pelo o tolo erro cometido
àquela colorida e incensada aurora,
quando os faustissimos amantes
se puseram a caminhar em estradas
pavimentadas a falso ouro,
onde ilusões exíguas, fantasias perniciosas
e insânias incontidas se faziam regras;
e esplêndidas palavras voláteis
ditavam direções acorrentadas a rédeas.
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