páginas do meu sentir...
As minhas poesias
São páginas do meu viver.
Da Vida contam os dias
Crescem nas minhas entranhas
São sonhos e quimeras tamanhas
Que no pensamento estremecem
E como rosas fenecem.
E ao morrer?!
Levam com elas, tristezas e alegrias.
Surgem das nascentes
da minha vontade
Dum rio que corre em mim
Suas margens e afluentes
São a saudade
Que vai crescendo assim.
Fazendo-me viver,
sem se importar ao que vim.
São como a força imparável do vento
São livres como nuvem passageira
São pássaros brancos em lamentos
Voando p'lo Mundo sem eira nem beira.
Minhas poesias são madrugadas
São tardes vestidas de azul
Relampagos, raios, trovoadas
São este, oeste, norte e sul.
Gemidos desde o dia em que nasci
Rumores, insistências, são pão!
Elas aí estão falam por si.
Atravessam a memória sem rumo
São a lenha, o fogo, o fumo
Ardendo em mim,
procurando seu chão.
Minhas poesias são palavras perdidas
Palavras achadas
Sentidas
Amadas.
São becos sem regresso
Caminhos onde a saudade tem crescido
São a distância que meço
Da criança que sonhou e
tem seu sonho perdido.
natalia nuno
rosafogo
São páginas do meu viver.
Da Vida contam os dias
Crescem nas minhas entranhas
São sonhos e quimeras tamanhas
Que no pensamento estremecem
E como rosas fenecem.
E ao morrer?!
Levam com elas, tristezas e alegrias.
Surgem das nascentes
da minha vontade
Dum rio que corre em mim
Suas margens e afluentes
São a saudade
Que vai crescendo assim.
Fazendo-me viver,
sem se importar ao que vim.
São como a força imparável do vento
São livres como nuvem passageira
São pássaros brancos em lamentos
Voando p'lo Mundo sem eira nem beira.
Minhas poesias são madrugadas
São tardes vestidas de azul
Relampagos, raios, trovoadas
São este, oeste, norte e sul.
Gemidos desde o dia em que nasci
Rumores, insistências, são pão!
Elas aí estão falam por si.
Atravessam a memória sem rumo
São a lenha, o fogo, o fumo
Ardendo em mim,
procurando seu chão.
Minhas poesias são palavras perdidas
Palavras achadas
Sentidas
Amadas.
São becos sem regresso
Caminhos onde a saudade tem crescido
São a distância que meço
Da criança que sonhou e
tem seu sonho perdido.
natalia nuno
rosafogo
Outros poemas de participantes
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*