versos apagados...trovas soltas
ainda com algum vigor
mas com rosto enrugado
vai escutando com dor
todo o seu ser acossado
com palavras aprendidas
vai repetindo o que sente
simples quadras nascidas
que por ora vêm à mente
memória traz consumida
tão cansada p'los anos
espirais de fumo... vida
do passado... desenganos
solidão e o frio da hora
e do tempo a fugacidade
afoga a tristeza e chora
da ausência nasce saudade
já tudo era ontem...
como a chama do rosto
não digam e nem contem
que já foi luar de Agosto
traz a ideia assombrada
e a tristeza ela encobre
é uma porta dissimulada
já sua visão é pobre...
seu sonho sua inverdade
mas é seu lar de esperança
com sonho mata a saudade
que traz de trás de criança.
natalia nuno
mas com rosto enrugado
vai escutando com dor
todo o seu ser acossado
com palavras aprendidas
vai repetindo o que sente
simples quadras nascidas
que por ora vêm à mente
memória traz consumida
tão cansada p'los anos
espirais de fumo... vida
do passado... desenganos
solidão e o frio da hora
e do tempo a fugacidade
afoga a tristeza e chora
da ausência nasce saudade
já tudo era ontem...
como a chama do rosto
não digam e nem contem
que já foi luar de Agosto
traz a ideia assombrada
e a tristeza ela encobre
é uma porta dissimulada
já sua visão é pobre...
seu sonho sua inverdade
mas é seu lar de esperança
com sonho mata a saudade
que traz de trás de criança.
natalia nuno
Comentários (1)
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a. oliveira
2018-02-18
Belíssimas, parabéns.
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