o que sinto...
o que sinto agora
me arde, me queima
acre melancolia
que em mim teima.
o caminho
é vinha vindimada,
vagas de memórias,
sereno meu mar...
que tudo e nada me oferece,
dia ameno, dia que adia
a morte,
o sol me aquece
e mantém-me viva.
chove apenas no olhar
que um dia brilhou,
e cantou
como um rouxinol,
hoje, terra morta onde bate o vento
e se foi o sol.
já nenhum espinho me fere
renego a compaixão
bati com a porta
meu coração só quer,
paz,
não se queixa, faz
que dorme....
num batimento
uniforme.
natalia nuno
me arde, me queima
acre melancolia
que em mim teima.
o caminho
é vinha vindimada,
vagas de memórias,
sereno meu mar...
que tudo e nada me oferece,
dia ameno, dia que adia
a morte,
o sol me aquece
e mantém-me viva.
chove apenas no olhar
que um dia brilhou,
e cantou
como um rouxinol,
hoje, terra morta onde bate o vento
e se foi o sol.
já nenhum espinho me fere
renego a compaixão
bati com a porta
meu coração só quer,
paz,
não se queixa, faz
que dorme....
num batimento
uniforme.
natalia nuno
Outros poemas de participantes
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Maculável Mulher.
Por onde tu andares , lá estarei junto ... pois sempre que precisares de minha presença - com minhas mãos estendidas te recuperarei. Se…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Haicais sentido
Haicais sentido
Jorge E. Leal
Finjo no verão,
Não ver outras estações,
E curto as nuances. …
Julian Lael
Conluios
conluios maquetas inventários nada a limpo em momento algum ó, ninguém soube dizer como o velho barco ficara na praia por décadas, e de …
Darlan de Matos Cunha