uns dias acordada...
canto canções sem fim
imitando o rouxinol
ao sol e em liberdade,
trago-as dentro de mim
do amanhecer
ao fim do dia,
causam-me saudade, alegria
ou até agonia...
se é bom ou mau nem sei!?
é como um clamor
ou a ilusão dum grande amor.
tão pouco tenho a certeza
se me preenchem o vazio,
mas encontro nelas a pureza
do meu encontro com o rio.
rio que em mim corre
quanto mais só, mais o sinto,
que é em mim tranquilidade
é o sonho que não morre,
é a grande necessidade
de me agarrar à vida...
como uma esmola recebida,
que é na boca sabor,
o que mais espero
e quero
nesta ilusão consentida,
que me satisfaz e
me deixa cativa...
é viver com amor.
na minha solidão em paz.
sempre lembro
e bendigo DEUS que é meu amigo
e prossigo cantando canções sem fim
que trago dentro de mim
e sonho-me menina ainda,
me conheço e me desconheço,
uns dias aurora
outros sol-pôr
brisa que a terra namora
ou duma ideia o fulgor.
barco partindo não sei para onde
folha em branco abandonada
mas sempre...sempre à vida afeiçoada.
natalia nuno
imitando o rouxinol
ao sol e em liberdade,
trago-as dentro de mim
do amanhecer
ao fim do dia,
causam-me saudade, alegria
ou até agonia...
se é bom ou mau nem sei!?
é como um clamor
ou a ilusão dum grande amor.
tão pouco tenho a certeza
se me preenchem o vazio,
mas encontro nelas a pureza
do meu encontro com o rio.
rio que em mim corre
quanto mais só, mais o sinto,
que é em mim tranquilidade
é o sonho que não morre,
é a grande necessidade
de me agarrar à vida...
como uma esmola recebida,
que é na boca sabor,
o que mais espero
e quero
nesta ilusão consentida,
que me satisfaz e
me deixa cativa...
é viver com amor.
na minha solidão em paz.
sempre lembro
e bendigo DEUS que é meu amigo
e prossigo cantando canções sem fim
que trago dentro de mim
e sonho-me menina ainda,
me conheço e me desconheço,
uns dias aurora
outros sol-pôr
brisa que a terra namora
ou duma ideia o fulgor.
barco partindo não sei para onde
folha em branco abandonada
mas sempre...sempre à vida afeiçoada.
natalia nuno
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