ENQUANTO NÃO CESSA O CANTO
... sim, aos amplos
adornos e às cruciantes dores desse estranho
e alucinado amor
- com seus desejos aflorados,
com suas esperanças engravidadas,
e com seus sonhos incautos -,
sempre resistindo
aos fortes ventos, às incontinentes chuvas
e às falesiadas erosões ao precário
caminho,
sempre tentando
alterar as vertigens de nossos desvarios
evitar a queda de nossos
voos;
até que (com a morte)
nos reine apenas a verdadeira paz do silêncio
e as insubstantivas, impronominais
e sublimes possibilidades
do apagamento.
adornos e às cruciantes dores desse estranho
e alucinado amor
- com seus desejos aflorados,
com suas esperanças engravidadas,
e com seus sonhos incautos -,
sempre resistindo
aos fortes ventos, às incontinentes chuvas
e às falesiadas erosões ao precário
caminho,
sempre tentando
alterar as vertigens de nossos desvarios
evitar a queda de nossos
voos;
até que (com a morte)
nos reine apenas a verdadeira paz do silêncio
e as insubstantivas, impronominais
e sublimes possibilidades
do apagamento.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
A Inteligência !... - 27-02-2026
Todo mundo tem inteligência
Nuns maior, noutros menor,
Ela é nossa sobrevivência
Nosso sentido, e nossa dor. …
Armando A. C. Garcia
A ilusão - 18-01-2021
A ilusão é passageira
Ao oposto da verdade,
É a estúpida mensageira,
É sombra da realidade.
…
Armando A. C. Garcia
A Harmonia - 03/10/2021
A magnífica harmonia na vida
Consiste em ter paz no coração,
E ter a alma inteira possuída
Pelo dom do amor e …
Armando A. C. Garcia
A GIRAFA E O LEÃO - 05/10/2004 - Infantil
Majestosas de andar desengonçado Chegando até cinco metros de altura ! São belas e impares em formosura, Dóceis, meigas criaturas do c…
Armando A. C. Garcia