NA DESORDEM DOS ESPELHOS
... não há mais
palavras que sirvam para
dizer de algum sentimento
qualquer,
sobretudo
sobre o amor de um homem
a uma mulher:
todas
as boas palavras e promessas
foram abatidas em delirantes
calabouços de carnes,
por isso,
vou apenas mergulhar,
fazer teu som, imaginar teus brilhos,
e desenhar teu corpo
e, silentemente,
ainda virgem, embora não sejas,
te amar!
palavras que sirvam para
dizer de algum sentimento
qualquer,
sobretudo
sobre o amor de um homem
a uma mulher:
todas
as boas palavras e promessas
foram abatidas em delirantes
calabouços de carnes,
por isso,
vou apenas mergulhar,
fazer teu som, imaginar teus brilhos,
e desenhar teu corpo
e, silentemente,
ainda virgem, embora não sejas,
te amar!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
A Fome ! - 08/04/1964
Negra! Negra é a fome, A miséria que mata Que aniquila Que desespera Que inanima Que debilita Negra é a fome Negra, Negra Cruel Que mata …
Armando A. C. Garcia
A Felicidade - 11 de março de 2013
A Felicidade, é nuvem passageira Que mais além, torna-se tempestade, É como o ramo sagrado da oliveira Cujo fruto ilumina a divindade. A…
Armando A. C. Garcia
A Fé - 03-10-2014
Não deixes murchar a Fé
Porque pode fenecer,
Deixando a alma à mercê,
Certamente, irás sofrer .
…
Armando A. C. Garcia
A Educação Antiga - 29/04/2026
A educação do povo antigamente
Tinha outra lógica, outra conexão,
Um ao outro tratava reverentemente
Com respe…
Armando A. C. Garcia