Os Lábaros que ostentas
Nós somos diferentes,
uma outra categoria
uma outra classe,
uma nova ordem,
abençoados filhos
de uma mesma mãe gentil,
deitados eternamente
ao som do mar e à luz
do céu,
dos candeeiros,
dos refletores,
nos campos, matas
e cidades,
em casas de sapê,
barracos de madeira,
mansões luxuosas ou
apartamentos elegantes,
abrigando tipos diversos
de sonhos e anseios
Quais os lábaros que ostentas
em suas janelas
abertas para o mundo?
O lábaro verde-louro estrelado
em dias de orgulhoso ufanismo
com os sucessos de nosso futebol
em que almejamos mais uma vitória,
mais uma estrela
que nos console e redima
e corrija a trajetória
de nosso destino
O lábaro alvíssimo da paz
em tempos de aflitiva ansiedade
em que insanos do oriente,
árabes, judeus,
coreanos do norte,
insistem em nos oferecer
a flor da destruição
O lábaro multicolorido da diversidade
em que a tolerância é proposta
como forma de convivência
em paz
inspirada nas cores do arco-íris
O lábaro verde da preservação ecológica
em que nossos lindos campos,
nossas flores, nossos bosques
perdem a vida
devido à exploração inescrupulosa
e ao interesse cúpido
de nossos vizinhos
por nossa Amazônia
O lábaro negro da indignação
em que hasteamos nossa vergonha
e nosso inconformismo
ante aos escárnios diários
que são jogados em nossa face
pela insegurança em que vivemos
devido à violência desenfreada
fomentada pelo descaso
de quem deveria nos proteger
pelas fraudes, negociatas,
torpezas, logros, falcatruas,
oferecidas pelos mesmos governantes
que elegemos na esperança
de colhermos respeito, trabalho
e uma vida melhor
Quais os lábaros que ostentas gigante,
pela própria natureza distante
dos filhos deste solo?
Hasteia ó pátria amada, todos eles:
o verde-louro, o branco ou o verde, se mereça,
o multicolorido ou o negro
para que a imagem do cruzeiro, um dia enfim, resplandeça!
uma outra categoria
uma outra classe,
uma nova ordem,
abençoados filhos
de uma mesma mãe gentil,
deitados eternamente
ao som do mar e à luz
do céu,
dos candeeiros,
dos refletores,
nos campos, matas
e cidades,
em casas de sapê,
barracos de madeira,
mansões luxuosas ou
apartamentos elegantes,
abrigando tipos diversos
de sonhos e anseios
Quais os lábaros que ostentas
em suas janelas
abertas para o mundo?
O lábaro verde-louro estrelado
em dias de orgulhoso ufanismo
com os sucessos de nosso futebol
em que almejamos mais uma vitória,
mais uma estrela
que nos console e redima
e corrija a trajetória
de nosso destino
O lábaro alvíssimo da paz
em tempos de aflitiva ansiedade
em que insanos do oriente,
árabes, judeus,
coreanos do norte,
insistem em nos oferecer
a flor da destruição
O lábaro multicolorido da diversidade
em que a tolerância é proposta
como forma de convivência
em paz
inspirada nas cores do arco-íris
O lábaro verde da preservação ecológica
em que nossos lindos campos,
nossas flores, nossos bosques
perdem a vida
devido à exploração inescrupulosa
e ao interesse cúpido
de nossos vizinhos
por nossa Amazônia
O lábaro negro da indignação
em que hasteamos nossa vergonha
e nosso inconformismo
ante aos escárnios diários
que são jogados em nossa face
pela insegurança em que vivemos
devido à violência desenfreada
fomentada pelo descaso
de quem deveria nos proteger
pelas fraudes, negociatas,
torpezas, logros, falcatruas,
oferecidas pelos mesmos governantes
que elegemos na esperança
de colhermos respeito, trabalho
e uma vida melhor
Quais os lábaros que ostentas gigante,
pela própria natureza distante
dos filhos deste solo?
Hasteia ó pátria amada, todos eles:
o verde-louro, o branco ou o verde, se mereça,
o multicolorido ou o negro
para que a imagem do cruzeiro, um dia enfim, resplandeça!
Comentários (1)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
2012-10-16
Teus desejos e anseios serão o pendão deste lastro cuja bandeira se chama amor e assim quem sabe o cruzeiro do sul brilhe nesta constelação de poemas que fazem de nós um novo homem.Parabéns
Outros poemas de participantes
NÃO SEI...
Escrevo esse poema, Sem saber o que dizer, Deixo sair as palavras Meio sem querer. Quero ver onde chego, E se chego a algum lugar, Talve…
Celso Ciampi
Feito do brotar mais profundo
Foi
Através
Da sólida direção do todo
E não somente
De toda a totalidade e exatidão
Do sentimento
Que o intuit…
de Oliveira Melo
Redimir.
Achei meu caminho , mesmo por longo tempo esquecido - nas noites e madrugadas sem teu amor. Eu preciso me ancorar em um porto, onde as pr…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Condor libertário
Sempre
Que o pêndulo do momentâneo
Jubiloso se revelar
Em atos
Eu
Simples argumento idêntico
Em seu tributo
Exa…
de Oliveira Melo