DRÁCULA, MEU CONDE
Decerto eu admito que curto a solidão
Deixa a minha alma apaziguada
Dentro da mais expessa escuridão
Domino tempo e sinto-me equilibrada
Detesto que saibam, mas eu digo
Durmo dentro de um caixão
Declaro: não tenho medo não
Deveras não corro nenhum perigo
Divago na noite com a brisa no rosto
Devagar observo simplesmente tudo
Dilacerado meu coração fica mudo
Diante da névoa eu sinto desgosto
Drácula, meu Conde e meu grande amor,
Dominas minha mente com hipnose,
Deliro com nosso contato por osmose:
Dantesco teu castelo, causa-me pavor!
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