NÃO HÁ MAIS SO, NEM SONHOS À DEFINITIVA NOITE
Quando,
a uma fria madrugada,
ouvires-me
me passer em tua lembrança,
pisares
a terra encharcas por minhas
ainda outrora chuvas
de fogo
ou sentires
o o cheiro de meus bafechos
soberbos,,
não tenhas dúvida,
sou eu depois de morto, que terei
vindo para, fantasmagoricamente,
agradecer-te
pela perjuras que me
fizeste, pelos cânticos e pelo encanto
com que me hipnotizaste
e pela
principal marca tua: a covardia
e a ingratidão com que me presenteaste
nos meus últimos dias
de vida!
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