Perplexidade
Meus olhos vertem lágrimas,
Tanto ódio no mundo,
Lugar de desiguais,
Onde a labuta sofrida,
Na noite silenciosa,
Escondem seus ais.
O amor estremece em agonia,
Tanta falta de caridade,
Gentes sofridas pelas cidades,
Estiradas pelo chão,
Algumas pela fome,
Outras pela guerra,
Estas espadas invisíveis,
Em suas vítimas sem nome,
Pois ter um nome não importa,
O que vale é a desonra da honra,
De um feito heroico as avessas.
Sob o sol ou lua,
Almas nuas de sentimento,
Atormentam a paz,
A desolar o pobre ou o rico,
Em suas ambições medonhas,
Demônios enfurecidos,
Travestidos de gente.
Tanto ódio no mundo,
Lugar de desiguais,
Onde a labuta sofrida,
Na noite silenciosa,
Escondem seus ais.
O amor estremece em agonia,
Tanta falta de caridade,
Gentes sofridas pelas cidades,
Estiradas pelo chão,
Algumas pela fome,
Outras pela guerra,
Estas espadas invisíveis,
Em suas vítimas sem nome,
Pois ter um nome não importa,
O que vale é a desonra da honra,
De um feito heroico as avessas.
Sob o sol ou lua,
Almas nuas de sentimento,
Atormentam a paz,
A desolar o pobre ou o rico,
Em suas ambições medonhas,
Demônios enfurecidos,
Travestidos de gente.
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