LIVRÍSSIMO
Eu no livro me livro do que ignoro,
E me transporto então para além-mim...
Tudo que era verdade -- não e sim --
Ora soa como um vago desaforo.
Pois não importa se escrito ao riso ou choro,
Letra a letra me leva para o fim;
Aonde o olhar avança ainda assim
A perder-se nos vãos que rememoro.
Porém no livro tomo a liberdade
De ser quem nunca fui (jamais serei!...);
Seja eu herói, vilão, guerreiro ou rei...
Se em sua fantasia outra verdade,
Que já da realidade me desperta
E, para o bem e o mal, a mim liberta.
Belo Horizonte - 20 03 2018
E me transporto então para além-mim...
Tudo que era verdade -- não e sim --
Ora soa como um vago desaforo.
Pois não importa se escrito ao riso ou choro,
Letra a letra me leva para o fim;
Aonde o olhar avança ainda assim
A perder-se nos vãos que rememoro.
Porém no livro tomo a liberdade
De ser quem nunca fui (jamais serei!...);
Seja eu herói, vilão, guerreiro ou rei...
Se em sua fantasia outra verdade,
Que já da realidade me desperta
E, para o bem e o mal, a mim liberta.
Belo Horizonte - 20 03 2018
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski