Suspiros serenos

Alimentando a galáxia do tempo
Semeio tantas constelações de alegria
Onde a poesia luz na paisagem agraciada
Pelas pétalas de solidão mais aliciada
E neste predestinado momento de ilusão
Flamejam em nós singulares memórias que a
Saudade gigantesca apadrinhou, deliciando a
Manhã insaciada que uma brisa feliz esquadrinhou
Reencontrámos no vento os perfumes que se
Engalfinham na alma inquieta e acanhada deixando nossas
Silhuetas diluídas num suspiro sereno...bem caprichado
Balouça a madrugada neste silêncio tão coalhado
Enquanto beberico uma chávena de solidão bem apetrechada
Ficando a noite prenhe de adornos luminescentes e esmerilhados
Frederico de Castro
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
A nossa pele
Toco-te a medo
Pelo olhar
A pele que nos une
Para que nesse interlúdio
O silêncio nos seja memória
Honoré DuCasse
o melhor para hoje
Se a rosa do povo deserta de sua atenção, aflita por tantas teses, melhor seria meter as mãos pelos pés, e o absurdo cedesse de vez a out…
Darlan de Matos Cunha
NÃO SEI SE ESTOU GORDA OU INCHADA
Não sei se estou gorda ou inchada, Ou se a balança me iludiu, Mas quando sou por ti olhada, Todo esse medo se diluiu.
O espelh…
Maria Antonieta Matos
As Estrelas da Bandeira Nacional
O céu noturno de quando foi assinado
o decreto da nossa Bandeira Nacional,
foi desenhado com exatidão e esmero
como no próprio H…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski