água
Gota a gota, pingo a pingo o balde se encheu. Demorou algum tempo, porquanto as gotas caíam em uma frequência não muito grande. Mas o fato ocorreu, aconteceu naquele momento. Quando, pois, o balde se encontrava cheio, quando o balde se achava lotado, então, daquele momento em diante, a torneira foi ligada no máximo. Ato contínuo, a água antiga foi derramando, foi saindo para dar lugar à nova água. Na verdade, nós não temos como definir se era água nova, ou água antiga, senão que elas se misturaram e estavam transbordando, estavam se movendo deliciosamente para fora do balde com um sorriso imenso na cara, com uma expressão de satisfação, com gozo. Finalmente aconteceu... A água, subsequentemente, se moveu ao seu local pela declinação que havia no chão. Elas, ademais, se ajuntaram, se amontoaram em um local, e foram se juntando desta maneira por um longo tempo. Posteriormente, como esperado, a água da torneira acabou, não obstante o balde permaneceu ali, parado, a água, porém, com o tempo foi usada por microrganismos, e tudo permaneceu silencioso, tudo continuou calmo, tudo perdurou como desesperador.
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