A MORTE, COMO A VIDA, NÃO EXISTEM!
Todos.
Somos todos tolos.
Sete bilhões de sencientes
e espúrios tolos.
E, ainda que fôssemos
setenta vezes sete, continuaríamos
a assassinar (de modo
inexorável)
o que houve,
o que há e o que possa haver
de mais sublime no Cosmo
e nas possibilidades:
a pureza do apagamento que,
devido a nossa abnômala condição,
coabita-nos imperceptível
aos olhos.
Somos todos tolos.
Sete bilhões de sencientes
e espúrios tolos.
E, ainda que fôssemos
setenta vezes sete, continuaríamos
a assassinar (de modo
inexorável)
o que houve,
o que há e o que possa haver
de mais sublime no Cosmo
e nas possibilidades:
a pureza do apagamento que,
devido a nossa abnômala condição,
coabita-nos imperceptível
aos olhos.
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