Soneto matuto
Lembro-me de um engenho,
Do alvorecer e do por do sol.
Na mata onde me embrenho
Orvalho na trilha no arrebol.
Canto do galo, olor de capim.
Céu luarento, grilo a cricrilar.
A charrete, os patos, jardim.
E uma laranjeira a perfumar.
Gado no pasto, verde grama.
E nas belas tardes as cigarras
E os pássaros em algazarras!
Um balanço, pique esconde.
Galinhas no quintal, o açude.
Bonecas e bolinhas de gude.
ღRaquel Ordonesღ .
Uberlândia MG
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski