Usina
A caneta a frente me sorrir imensamente parada e em silencio.
sinto um cheiro da amor vindo da folha em branco.
magicamente meu quarto se afeiçoa a uma taberna antiga
cuja,talvez, poetas anônimos se embriagavam de versos pra si mesmos.
Eu tenho muito passado empoeirado nos dedos para contar,
muita historia para colocar ponto final, pra criar ainda.
Eu gosto dessa visita literária na alma, disse charme que a inspiração veste
desse jogo de desejo, dessa união, desse estado de liberdade,
dessa insinuação de versos na alma, ate que a folha colha tudo caligraficamente.
Não tenho tema ao certo, não tenho livro a escrever
não tenho nome, não tenho diploma nem tenho...
ai, meu Deus! tanto coisa que nem cabe mais em mim.
Mas tem sina, buzina, usina dentro do coração.
e eu gosto dessa visita literária na alma, disse charme que a inspiração veste
e eu gosto desse jogo de desejo, dessa união, desse estado de liberdade,
e eu gosto dessa insinuação de versos na alma, ate que a folha colha tudo caligraficamente.
sinto um cheiro da amor vindo da folha em branco.
magicamente meu quarto se afeiçoa a uma taberna antiga
cuja,talvez, poetas anônimos se embriagavam de versos pra si mesmos.
Eu tenho muito passado empoeirado nos dedos para contar,
muita historia para colocar ponto final, pra criar ainda.
Eu gosto dessa visita literária na alma, disse charme que a inspiração veste
desse jogo de desejo, dessa união, desse estado de liberdade,
dessa insinuação de versos na alma, ate que a folha colha tudo caligraficamente.
Não tenho tema ao certo, não tenho livro a escrever
não tenho nome, não tenho diploma nem tenho...
ai, meu Deus! tanto coisa que nem cabe mais em mim.
Mas tem sina, buzina, usina dentro do coração.
e eu gosto dessa visita literária na alma, disse charme que a inspiração veste
e eu gosto desse jogo de desejo, dessa união, desse estado de liberdade,
e eu gosto dessa insinuação de versos na alma, ate que a folha colha tudo caligraficamente.
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