Algum dia, de alguma maneira, de alguma forma…

Prescrevi ao silêncio uma dose de ilusões
Tão multifacetadas adormecendo uma hora
Que deambula pelas solidões mais exaltadas
Algum dia implantarei no tempo esta eternidade
Encarcerada no ventre das minhas memórias
Içadas pelos desejos mais nobres e requintados
Débil esperança esta que escorrega entre muitas
Fantasias tão precárias deixando até mais vulneráveis
Quaisquer saudades proscritas e sempre prioritárias
De alguma maneira ficaram vulneráveis todas as
Paisagens onde moraram estas pegadas de gratificação
Sempre impregnadas e nutridas de uma sumária solidão
De alguma forma espreito e nutro a penumbra onde moram
Nossas almas mais pacificadas deixando uma desperdiçada
Hora fluir nas palavras delicadas, rimando quase obcecadas
Frederico de Castro
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski