Acostumamo-nos
acostumamo-nos com aquilo que esperávamos sem nos importarmos quando viria ou mesmo se viria. cultivámos flores sem perfume, um amor contido que continuávamos aguardando nascer. ao acordarmos do sonho, assistimos a esse vir a ser sem a certeza de vir, um anseio inacabado que enfim se dá por concluído.
A venda em:Impresso:
contato:
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Anseios que mal perduram - 15-02-2026
Nos lamentos desta vida
Ausentes recordações,
Se alguma coisa é perdida,
Outra, suprirá as emoções.
…
Armando A. C. Garcia
Anjo Protetor - 30-06-2022
Na alegria ou na tristeza
Sempre estive a teu lado,
Não te cause estranheza,
Nem aches demasiado.
…
Armando A. C. Garcia
Amigo - (soneto) - 31/01/2022
Não deixes sucumbir as amizades
Elas sempre trazem novas energias,
O amigo é a consonância da alma,
…
Armando A. C. Garcia
Amigo !... - 17-01-2021
Amigo, sinto ter que te dizer
Mas pela amizade, vou-te contar,
O que eu não tencionava relatar
- Que vi …
Armando A. C. Garcia