Despedida do desespero
Despedida do desespero
Aqui, os meus valores
não pagam contas,
não viajam,
nem mandam flores...
Aqui, o meu amor
já não tem voz,
já nem te vejo,
como a primeira vez...
Aqui, a minha dor
não tem remédio,
nem culmina
em sacrilégio...
Aqui, (nesse planeta)
a morte (despedida)
é impedida,
por quem defende a vida
apenas para escravizá-la.
Deixai-nos ir.
Deixai-me ir daqui,
na velocidade dessa luz
que ilumina a saída.
Madalena D'Fonseca
Aqui, os meus valores
não pagam contas,
não viajam,
nem mandam flores...
Aqui, o meu amor
já não tem voz,
já nem te vejo,
como a primeira vez...
Aqui, a minha dor
não tem remédio,
nem culmina
em sacrilégio...
Aqui, (nesse planeta)
a morte (despedida)
é impedida,
por quem defende a vida
apenas para escravizá-la.
Deixai-nos ir.
Deixai-me ir daqui,
na velocidade dessa luz
que ilumina a saída.
Madalena D'Fonseca
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*