Conflitos
Nessa fria madrugada, estou eu,
Procurando uma gélida explicação,
Daquilo que foi-se e não é meu,
Que não mora mais em meu coração.
O passado é só um reflexo,
De um mal que já existiu,
Difícil de explicar esse ser tão complexo,
Essa fúria, que quase me consumiu.
Conflitos internos existenciais,
Guerras externas, questão de ótica,
Se temos o básico e o essencial,
Porque tornar a vida tão caótica.
Seres perambulam na madrugada,
Como zumbis,atrás de algo para saciar,
Fogem do frio e da brisa gelada,
Mas tiveram a chance de mudar.
O universo conspira a favor,
Daqueles que trabalham decentemente,
Daqueles que semeiam a paz e também o amor,
Daqueles que não são inconseqüentes.
O mesmo universo trabalha contra,
Daqueles que ficam à esperar,
São parasitas e exímios pilantras,
Levam a vida ao mal desejar.
Liberdade ou libertinagem,
Derrota ou vitória,
Vida regrada ou vadiagem,
O que ficará para contar da sua história?
Lourival Alves
Procurando uma gélida explicação,
Daquilo que foi-se e não é meu,
Que não mora mais em meu coração.
O passado é só um reflexo,
De um mal que já existiu,
Difícil de explicar esse ser tão complexo,
Essa fúria, que quase me consumiu.
Conflitos internos existenciais,
Guerras externas, questão de ótica,
Se temos o básico e o essencial,
Porque tornar a vida tão caótica.
Seres perambulam na madrugada,
Como zumbis,atrás de algo para saciar,
Fogem do frio e da brisa gelada,
Mas tiveram a chance de mudar.
O universo conspira a favor,
Daqueles que trabalham decentemente,
Daqueles que semeiam a paz e também o amor,
Daqueles que não são inconseqüentes.
O mesmo universo trabalha contra,
Daqueles que ficam à esperar,
São parasitas e exímios pilantras,
Levam a vida ao mal desejar.
Liberdade ou libertinagem,
Derrota ou vitória,
Vida regrada ou vadiagem,
O que ficará para contar da sua história?
Lourival Alves
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