O som II
Deixe o som invadir,
Ecoar nas grutas do teu coração,
Viajar e sentir,
A força transformadora da imaginação.
Imaginar o amanhã incerto,
Na companhia dessa melodia,
Melhor do que o ontem no deserto,
Deixe o som melhorar o teu dia.
Som da batida de um coração,
De um sussurrar na montanha do vento,
Som dos grilos na imaginação,
Som dos gritos da dor no sofrimento.
Som da alma pensante,
Som do sangue correndo em minhas veias,
Som do medo de lobos uivantes,
Som da alma que se incendeia.
Som de um grito,
Na complexidade de um ser,
Grutas que guardam gemidos,
Abandonados nos labirintos do saber.
Som de extensos rios,
Que correm nas ondas dos pensamentos,
Arrastando memórias de tempos sombrios,
Seguindo seu curso sem ressentimentos.
Som calmo e da alma enigmática,
Das batidas de um coração lúgubre,
Som de um vulcão formando rochas magmáticas,
Som de despedida, de uma marcha fúnebre.
Lourival Alves
Ecoar nas grutas do teu coração,
Viajar e sentir,
A força transformadora da imaginação.
Imaginar o amanhã incerto,
Na companhia dessa melodia,
Melhor do que o ontem no deserto,
Deixe o som melhorar o teu dia.
Som da batida de um coração,
De um sussurrar na montanha do vento,
Som dos grilos na imaginação,
Som dos gritos da dor no sofrimento.
Som da alma pensante,
Som do sangue correndo em minhas veias,
Som do medo de lobos uivantes,
Som da alma que se incendeia.
Som de um grito,
Na complexidade de um ser,
Grutas que guardam gemidos,
Abandonados nos labirintos do saber.
Som de extensos rios,
Que correm nas ondas dos pensamentos,
Arrastando memórias de tempos sombrios,
Seguindo seu curso sem ressentimentos.
Som calmo e da alma enigmática,
Das batidas de um coração lúgubre,
Som de um vulcão formando rochas magmáticas,
Som de despedida, de uma marcha fúnebre.
Lourival Alves
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