E em nosso amor sôfrego, nos afogaremos em nossas lágrimas, engoliremos o choro.

No talo da garganta prenderemos emoções e em nossas mentes não ouviremos o grito da alma.

E se algum dia eu consguir respirar neste mar de depência, peço-te que ainda me dê teus beijos mortais.

Com um tom cálido e solitário, morreremos entrelaçados, e entre nós, essa sombra que nos assusta.

Mas não importa o que aconteça, pois a forja que nos uniu jamais será desfeita.

Brinque comigo em seus lábios só mais uma vez, e eu prometo não dilascerar seu coração dilascerando o meu.

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