Experiência
Tive que despir-me , abrir o peito do ser e matar-me!
Todas as luzes que tinha eram sombras em reflexos de nunca as telas tido,
Só o sonho foi real porque não se realizou, ou, talvez, nem isso Porque sonhei um não sonho!
A ilusão da existência fez uma marionete da existência iludia,
do barulho da realidade presente um efeito doppler que nunca se acaba e nem nunca está por vim
Foi tudo porque fingir,
Porque tudo não passar de fingir saber o que é tudo
Doí a mente o não doer o que queria dever pensar
Sem resposta do porque renasci , afundo-me no tumulo
Ganho agora uma divina liberdade de mentir
por isso, preciso morrer novamente para esquecer que aprendi a sobreviver
e pagar-me de deverás com a borracha da não não existência!
Nesta morte pra vida ainda há as mesmas marcas daquela morte viva...
- o que é o que há ?
Todas as luzes que tinha eram sombras em reflexos de nunca as telas tido,
Só o sonho foi real porque não se realizou, ou, talvez, nem isso Porque sonhei um não sonho!
A ilusão da existência fez uma marionete da existência iludia,
do barulho da realidade presente um efeito doppler que nunca se acaba e nem nunca está por vim
Foi tudo porque fingir,
Porque tudo não passar de fingir saber o que é tudo
Doí a mente o não doer o que queria dever pensar
Sem resposta do porque renasci , afundo-me no tumulo
Ganho agora uma divina liberdade de mentir
por isso, preciso morrer novamente para esquecer que aprendi a sobreviver
e pagar-me de deverás com a borracha da não não existência!
Nesta morte pra vida ainda há as mesmas marcas daquela morte viva...
- o que é o que há ?
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