Golpe do Baú - Crônica
"Quando falo sobre os livros nessa coluna, penso nas pessoas que não gostam de saber o fim da história, mas por outro lado, penso em quem é como eu, que mesmo sabendo que o Titanic afundou, revi o filme dezenas de vezes...
Gostamos das surpresas, mas nos relacionamentos procuramos a estabilidade que a confiança estabelece, mesmo sabendo da existência da imprevisibilidade da vida.
Engana-se muito quem acha que é difícil de ser enganado. A prática de iludir e enganar o inimigo vem desde que o homem é homem. A camuflagem é um recurso de sobrevivência de muitos animais, não se restringindo às borboletas, camaleões ou à Lagartixa Satânica Cauda de Folha (que de satânica não tem nada). Pois é, o ser humano também se camufla, se por um lado todos sabem que há lobos em pele de cordeiro, por outro há os que acreditam em qualquer aparência, sem julgar se se trata ou não de uma camuflagem.
Até mesmo um Noviço desconfia das aparências.
A propósito, O Noviço, personagem e título do livro que quero sugerir para leitura, trata-se de uma peça teatral que inaugura a comédia no teatro brasileiro pelo ilustre autor Martins Pena.
Ambrósio e Rosa se..."
Leia a crônica completa em: http://folhavalle.com/golpe-do-bau/
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