A DOR DA HORA DA MORTE
A dor mais desnecessária
É a da hora da morte
As demais ensinam a viver
Amar, proteger, buscar, crescer
Encontrar o caminho
Refletir interminavelmente.
É diferente de sofrer
Com a intensa geleira
Que revolve os porões da alma
Também não significa
Desapropriar-se do amor esvaído
Quando o coração não desapega.
A paz escala as mais altas torres
Nas sabidas valsas de adeus
E não há munição nem tecnologia
Capazes a dimensionar a inteligência
Dos peitos castigados em ebulição.
Entretanto em meio a tantas provações
Os corpos reagem às guerras diárias
E se acostumam a reinventar a ordem.
Todo o animado deve a vida
À luz da ilusão de ser eterno
Mas nunca se pode fazer quanto ao fim
Da dor da hora da morte.
É a da hora da morte
As demais ensinam a viver
Amar, proteger, buscar, crescer
Encontrar o caminho
Refletir interminavelmente.
É diferente de sofrer
Com a intensa geleira
Que revolve os porões da alma
Também não significa
Desapropriar-se do amor esvaído
Quando o coração não desapega.
A paz escala as mais altas torres
Nas sabidas valsas de adeus
E não há munição nem tecnologia
Capazes a dimensionar a inteligência
Dos peitos castigados em ebulição.
Entretanto em meio a tantas provações
Os corpos reagem às guerras diárias
E se acostumam a reinventar a ordem.
Todo o animado deve a vida
À luz da ilusão de ser eterno
Mas nunca se pode fazer quanto ao fim
Da dor da hora da morte.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
cores
tarde em cores frias boca triste avermelhada pingo azul mão molhada sala com luz amarela
manhã quente céu laranja …
feudido
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia
Muros de pedra ! - 24/07/2026
Eu tinha o mundo perdido
Na palma de minha mão,
Livre e solto, sacudido
Sem dinheiro, sem tostão.
…
Armando A. C. Garcia