A VOZ DO AMOR
Chame o meu nome, bem baixinho,
Em sussurros que acalentam o coração,
Me toque assim, bem devagarinho,
Em doses de carinho, afeto e paixão.
Que a distância nunca nos aparte,
Que o tempo, nosso amor não apague,
Sei que teu ser, de mim já faz parte,
Sentimento que não há tesouro que pague.
Já te sinto como espinho cravado,
Aninhado fundo, em meu interior,
Como perfume na pele, impregnado.
Respiro tua essência emotiva,
Ouço chamar-me com a voz do amor,
Que tece desejos, sonhos e me aviva.
- Cedric Constance
Em sussurros que acalentam o coração,
Me toque assim, bem devagarinho,
Em doses de carinho, afeto e paixão.
Que a distância nunca nos aparte,
Que o tempo, nosso amor não apague,
Sei que teu ser, de mim já faz parte,
Sentimento que não há tesouro que pague.
Já te sinto como espinho cravado,
Aninhado fundo, em meu interior,
Como perfume na pele, impregnado.
Respiro tua essência emotiva,
Ouço chamar-me com a voz do amor,
Que tece desejos, sonhos e me aviva.
- Cedric Constance
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
A beleza de teus seios.
Oh... minha amada quero você junto a mim - como as pétalas de rosas que estão a nascer - em uma manhã de claridade surreal - onde a bel…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*