O navio
O navio
Com os braços abertos ao desafio,
A mente aberta ao pensar,
Como um oceano e seu navio,
Aos perigos enfrentar.
A paciência curta como um pavio,
Tão próxima à explodir,
Perigo para esse navio,
Tão próximo a colidir.
Esse navio, são as idéias,
Que conflitam em toda à minha mente,
Como um lobo em uma alcatéia,
Que Lidera com força e suavemente .
As idéias flutuam no mar,
Pensamentos se transformam em atitudes,
Navegam até o caminho encontrar,
Para viver feliz em toda a plenitude.
Vida plena sem mistério,
Com atitudes que nos dão prazer,
O passado agora é cemitério,
O futuro,irá depender.
Depender das atitudes tomadas no presente,
Depois de analisar tudo o que deu errado,
Se libertar daquele mundo inocente,
Construindo um presente bem moldado.
Moldado com serenidade,
Adquirida com os tempos de sabedoria,
Onde a presença de um amor de verdade,
Pode lhe proporcionar uma carta de alforria.
Sou escravo de uma dor,
Que sangrou um coração,
A essência de um grande amor, Cura o vazio da solidão.
Solidão provocada por um rompimento,
De um passado de muita dor,
Colocou na prisão o meu sentimento,
Como prisioneiro principal, o meu amor.
Lourival Alves
Com os braços abertos ao desafio,
A mente aberta ao pensar,
Como um oceano e seu navio,
Aos perigos enfrentar.
A paciência curta como um pavio,
Tão próxima à explodir,
Perigo para esse navio,
Tão próximo a colidir.
Esse navio, são as idéias,
Que conflitam em toda à minha mente,
Como um lobo em uma alcatéia,
Que Lidera com força e suavemente .
As idéias flutuam no mar,
Pensamentos se transformam em atitudes,
Navegam até o caminho encontrar,
Para viver feliz em toda a plenitude.
Vida plena sem mistério,
Com atitudes que nos dão prazer,
O passado agora é cemitério,
O futuro,irá depender.
Depender das atitudes tomadas no presente,
Depois de analisar tudo o que deu errado,
Se libertar daquele mundo inocente,
Construindo um presente bem moldado.
Moldado com serenidade,
Adquirida com os tempos de sabedoria,
Onde a presença de um amor de verdade,
Pode lhe proporcionar uma carta de alforria.
Sou escravo de uma dor,
Que sangrou um coração,
A essência de um grande amor, Cura o vazio da solidão.
Solidão provocada por um rompimento,
De um passado de muita dor,
Colocou na prisão o meu sentimento,
Como prisioneiro principal, o meu amor.
Lourival Alves
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski