Elisa
Elisa, você exigiu de mim pureza. Em minhas ações despreocupadas você tentou nortear os meus passos sobe o julgo dessa sua bússola de bolso. Eu gritei bem alto: " me deixe aqui, em qualquer lugar e esqueça". Seus olhos cheios de ternura me olharam, falido e descalço, pela última vez. O frio asfalto queimou os meu pés e a chuva foi vagarosamente fazendo com que eu entrasse bem pra dentro de mim. Era noite e amanheceu. A luz clara e lúcida me despertou logo no momento em que eu me enconhia e esquecia do calor do teu corpo. Elisa, não me esqueça!
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