PERDE A RAZÃO DE SER
Na solidão noturna
Uma leve saudade
De um olhar sereno
Que trisca, mas não toca
Que lembra, mas não pensa
Que de vez em quando sente falta
Mas não chega a ser uma saudade
Um pouco morno, não quente
Um entrar na cachoeira
Apenas pela metade
Um sorriso a meia boca
Um não sei se vou ou se fico
Um suspirar cortado ao meio
Chove, e não molha
Não hoje, talvez amanhã
Ou que sabe depois de amahã
Semana que vem?
Tudo anda, e perde a hora de ser!
Uma leve saudade
De um olhar sereno
Que trisca, mas não toca
Que lembra, mas não pensa
Que de vez em quando sente falta
Mas não chega a ser uma saudade
Um pouco morno, não quente
Um entrar na cachoeira
Apenas pela metade
Um sorriso a meia boca
Um não sei se vou ou se fico
Um suspirar cortado ao meio
Chove, e não molha
Não hoje, talvez amanhã
Ou que sabe depois de amahã
Semana que vem?
Tudo anda, e perde a hora de ser!
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