TALVEZ UM DIA FALEMOS DE AMOR
Talvez um dia falemos de amor, um dia numa dor, dor suave e tensa, imensa dor, onde? Na carne consciência com fervor, sol que queima feito fogo abrasador, ah! Meu amor sofrer assim tem seu sabor, na tenaz sou brasa viva, aquém-calor, tua nudez hipnótica faz laborar beijo sôfrego avassalador, sou vencedor atado em teu umbigo acolhedor, percorro curto espaço, desabrocha virgem flor, ali morro, morro no cume, enterrado vivo adorador, sem culpa, astuto desbravador, haja vida, mas mate-me com sorte favorecida, contudo não me julgue por favor. Dê-me aos céus, não aos léus, embriagado de torpor. Morreria mil vezes nela pela vida que a dou na intensa dor, sem a morte pois o véu da sorte em seu esplendor mata todo forte.
Erimar Lopes.
Erimar Lopes.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski